Santa Catarina é o nome do Estado aqui do sul que tem fortes ligações históricas com o Brasil.

a pergunta que se faz, se SC é fascista, soa como afirmação.
fascismo é o conceito de nação e raça sobre os valores individuais. e a maioria política de SC representa este conceito.
💥 o aldeamento Xokleng iniciado a mais de 100 anos tornou-se terra indígena LaKlãnõ, em 1926, onde era município de Blumenau.
talvez uma das primeiras terras indígenas do Brasil.
para assentar colonos da Alemanha, foram contratados bugreiros, assassinos em série especializados em matar crianças, e quase exterminaram a etnia Xokleng.
as terras ocupadas foram espalhadas em regiões, sendo portanto um estado que não tem uma grande capital centralizadora.
Florianópolis é nome derivado mesmo de um golpe de estado feito por um militar que era vice-presidente. a história gira e se repete.
somando-se à ascenção do nazismo e fascismo europeu, o imaginário insiste.
e a Santa que deu nome ao lugar ocupado por colonos tem uma mística de origem. Catarina que nasceu em Alexandria, no Egito.
era fluente em argumentação filosófica, e quebrou vários homens frágeis em situação de poder com a lógica.
e por pensar como artista ou cientista muito além do seu tempo, foi destruída e obrigada a se converter ao cristianismo.
depois foi canonizada e atribuída à mística dos navegadores, arquitetos, intelectuais, escritores e artistas.
a Santa que apareceu na visão de Joana D’Arc e instruiu a pegar em armas e se livrar do colonialismo da Inglaterra.
na bandeira de Santa Catarina, o estado do sul brasileiro, uma águia tem uma toca vermelha, um barrete frígio, símbolo usado pelos franceses na tomada da bastilha.
aos pés da águia uma chave maçônica da Primeira Ordem, e um ramo de café e de trigo com um faixo que os une.
faixo de faixa, de faxismo, a origem etimológica do fascismo (sc), um conceito que une a maioria no eterno poder colonial contra a diversidade.
Santa Catarina como um Estado republicano, é projeto de poder fascista.
no simbolismo, é chamada para armas contra o colonialismo através das letras, das artes e da ciência.
escolhe o lado quem se identifica mais.
pintura de Caravaggio, 1588